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Dados do DATASUS apontam mais de 58 internações por 100 mil habitantes; tratamento cirúrgico imediato tem alta taxa de sucesso e baixa mortalidade

A apendicite aguda continua sendo uma das principais causas de internação cirúrgica de emergência no Brasil. Dados do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS) mostram que a doença registra mais de 58 internações para cada 100 mil habitantes e resulta na realização de aproximadamente 57 mil a 97 mil apendicectomias por ano em todo o país.

O aumento da incidência da doença acende um alerta para a saúde pública, principalmente pela necessidade de diagnóstico rápido e atendimento imediato. A apendicite ocorre quando o apêndice, uma pequena estrutura localizada no intestino grosso, sofre uma inflamação que pode evoluir para complicações graves caso não seja tratada a tempo.

Entre os principais sintomas estão dor intensa no lado inferior direito do abdômen, náuseas, vômitos, febre, perda de apetite e dificuldade para caminhar devido ao aumento da dor.

O tratamento mais indicado é a apendicectomia, cirurgia para retirada do apêndice inflamado. Quando realizada precocemente, o procedimento é considerado seguro e altamente eficaz, com taxa de mortalidade inferior a 1%.

Especialistas reforçam que, diante de sintomas compatíveis com a doença, é fundamental procurar atendimento médico imediatamente. O diagnóstico precoce reduz o risco de ruptura do apêndice, infecções generalizadas e outras complicações, aumentando significativamente as chances de recuperação rápida do paciente.

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Imagem em destaque: IA/ Chat GPT

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